O que Guamiranga compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Guamiranga compraram US$ 96,6 mil de outros países. É 142% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 40 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 257 cidades de Paraná que importaram, Guamiranga ficou em 186º lugar. No Brasil, em 1.826º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Bulldozers, angledozers, niveladoras, raspo-transportadoras…34 toneladasUS$ 95,6 mil99%
- 2Centrifugadores, incluídos os secadores centrífugos…0,1 toneladasUS$ 1.0001%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 96,6 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2024US$ 15,5 mil
- 2025US$ 24,5 mil
- 2026 (até setembro)US$ 96,6 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Guamiranga
Quanto Guamiranga importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Guamiranga (PR) compraram US$ 96,6 mil de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Guamiranga mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Bulldozers, angledozers, niveladoras, raspo-transportadoras… (99%), Centrifugadores, incluídos os secadores centrífugos… (1%).
De quais países Guamiranga mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.